Autismo (TEA) · Criciúma
Acompanhamento pedagógico para crianças autistas em Criciúma
Apoio individualizado para crianças de 6 a 13 anos, conectando aprendizagem, autonomia, rotina, família e escola de forma respeitosa e possível.
Crianças de 6 a 13 anos · encontros de 50 minutos · atendimento em Criciúma — SC

Carla Prado
Pedagoga · Neuropsicopedagogia
No cotidiano da criança
Quando esse acompanhamento pode fazer sentido?
O ponto de partida não é um rótulo. É compreender a situação que a criança e a família estão vivendo e identificar objetivos educacionais possíveis.
- A criança encontra dificuldade para acompanhar atividades ou participar da rotina escolar.
- A família procura estratégias mais claras para tarefas, estudo e autonomia no dia a dia.
- Há necessidade de adaptar a forma de apresentar atividades e organizar etapas.
- A escola relata desafios de participação, atenção ou realização das propostas.
- A família recebeu orientações, mas ainda não sabe como transformá-las em ações práticas.
Objetivos individualizados
O que pode ser apoiado.
Cada acompanhamento é planejado conforme as habilidades atuais, a rotina, os interesses e as necessidades educacionais da criança.
Aprendizagem
Estratégias para leitura, escrita, raciocínio e realização de atividades, respeitando a forma como a criança aprende.
Organização de tarefas
Apoio para compreender etapas, iniciar, manter e concluir atividades de forma mais gradual.
Autonomia na rotina
Estratégias pedagógicas que podem favorecer participação crescente em tarefas adequadas à idade e ao contexto.
Participação escolar
Compreensão das demandas reais da escola e busca de estratégias que favoreçam presença e envolvimento.
Orientação à família
Orientações possíveis para que objetivos e estratégias façam sentido na rotina da casa.
Diálogo com a escola
Quando pertinente e autorizado, consideração de informações que ajudem a dar coerência ao acompanhamento.
Como funciona
Um caminho claro, construído com a família.
O trabalho é educacional e começa por uma conversa objetiva sobre a criança, a rotina e a principal preocupação da família.
- 01
Conversa inicial
Compreensão da demanda, da rotina e dos objetivos que fazem sentido naquele momento.
- 02
Levantamento pedagógico
Observação de habilidades, necessidades e estratégias que podem favorecer a aprendizagem.
- 03
Planejamento individualizado
Definição de objetivos pedagógicos possíveis, acompanhados de forma gradual.
- 04
Família e escola
Orientações para a rotina e diálogo com a escola quando pertinente e autorizado pelos responsáveis.
Sobre o trabalho da Carla
Experiência escolar e atenção à realidade da criança.
A experiência de Carla no Atendimento Educacional Especializado e no acompanhamento de estudantes com TEA contribui para um olhar pedagógico atento à aprendizagem, à participação e à autonomia no contexto real da criança.
Carla é pedagoga, especialista em Neuropsicopedagogia e possui formação complementar em ABA. Sua atuação reúne experiência em Atendimento Educacional Especializado, acompanhamento de estudantes com TEA e trabalho em contexto escolar.
Dúvidas frequentes
Perguntas que ajudam a decidir.
A criança precisa ter diagnóstico de autismo?+
Não necessariamente. A conversa inicial pode começar a partir das necessidades percebidas pela família. Quando uma avaliação diagnóstica é necessária, ela deve ser conduzida por profissionais habilitados.
O acompanhamento é terapia ABA?+
Não. O trabalho tem natureza pedagógica e educacional. Carla possui formação complementar em ABA e pode utilizar conhecimentos compatíveis com objetivos de aprendizagem e autonomia, sem substituir uma terapia ABA estruturada.
A escola pode participar?+
Sim, quando isso for pertinente e autorizado pelos responsáveis. O diálogo pode ajudar a alinhar estratégias entre criança, família e escola.
O que pode ser trabalhado?+
Os objetivos podem envolver aprendizagem, organização de tarefas, autonomia, rotina, participação escolar, leitura, escrita e outras habilidades relacionadas ao contexto educacional.
O acompanhamento substitui outros profissionais?+
Não. Ele pode complementar o trabalho da escola e de outros profissionais, mas não substitui avaliações, tratamentos ou terapias de outras áreas.
Contato inicial
Quer entender se esse acompanhamento faz sentido para seu filho?
Conte brevemente o momento que vocês estão vivendo. A conversa inicial serve para compreender a demanda e explicar os próximos passos.
Conversar pelo WhatsApp Evite enviar diagnósticos, laudos ou informações clínicas pelo WhatsApp neste primeiro contato.